- Ter ataques de flatulência à minha frente, a única pessoa que pode ter flatulência sou eu
- Ligar a televisão para ver o jornal, já chega de incêndios e desemprego, submarinos e freeport...
- Falar de assuntos polémicos, e à falta de conhecimento de que assuntos me refiro, o melhor é mesmo não falar, facilita
- Criticar o que trago vestido, é só tecido, não tem de ser metafisico
- Expressar sentimentos felizes perto de mim, hoje estamos todos deprimidos por solidariedade
- Referir que estou a comer de mais, ou que não deveria estar a comer "isso"
- Convidar-me para beber café, um "copo", ou socializar
- Mencionar que "era bom" arrumar o meu quarto
- Dizer piadas sobre coelhos no tacho
- Recusar a minha comida super-fantástica, ou duvidar que sou boa cozinheira.
- Mandarem-me passar roupa a ferro
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
hoje é proíbo...
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Síndrome de Garfield
Não estou a falar de lasanha, mesmo que vegetariana; e sim este post podia ser sobre dormir a sesta (coisa que adoro). Estou a falar do meu desprezo, ódio, repúdio, aversão a Segundas- feira!!!
Por mais cafeína que ingira, por mais animada que me tente manter... As segundas-feira são um pesadelo... mesmo de férias... É que eu hoje tive a estudar Cálculo Financeiro (letras pequeninas, para que a coisa pareça menos dramática)
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Mais um filme de vampiros
Estava eu a andar descontraidamente pela rua quando tropecei num dvd com o titulo "Vampires Suck", trouxe-o para casa, e viu-o; e mais tarde quando comentei com o meu namorado o sucedido, ele disse que seria um filme sacado da net, dado que o mesmo só estreia dia 18 deste mês nos E.U.A., o que é totalmente ilegal, e aconselhou-me a entrega-lo ás autoridades competentes. Ainda não o fiz, porque estou com uma virose que me impede de sair de casa. Recrimino o download ilegal, e acho que é uma falta de consideração para com quem cria algo e não é remunerado por tal.
Mas à parte disso, tenho a diz ao Mundo que já não há paciência para filmes de vampiros, Bram Stoker deve estar a rebolar-se no seu caixão, e a sua alma não descansa ao pensar que mais uma vez os americanos banalizaram um mito europeu, e desta vez foi o seu que saiu lesado. Para os mais desatentos, Bram Stoker é o criador de "Drácula", livro já adaptado aos anos para o cinema, genial na sua concepção de cruzamento de diferentes perspectivas da mesma história.
Ora os vampiros europeus são fruto do glamour místico e elitista do imaginário da nossa cultura, e com a massificação da coisa, tudo não passa de uma euforia com contornos capitalistas e de alienação de mentes mais susceptíveis ao merchandising. Os personagens são pobres e limitados, e a saga vive do triângulo amoroso que inclui uma figura feminina fraca e passiva, um lobisomem que faz lembrar Enrique Iglesias num corpo delineado e suado e Edward com cara de que já não defeca há duas semanas.
A moral da história é não ter moral nenhuma, vivem os personagens na área cinzenta onde não há bem nem mal, e Bella, ora suspirando pelo amor de um ou do outro não se impõe a nenhuma situação, o que não é nada característico de um adolescente normal.
Ora os vampiros europeus são fruto do glamour místico e elitista do imaginário da nossa cultura, e com a massificação da coisa, tudo não passa de uma euforia com contornos capitalistas e de alienação de mentes mais susceptíveis ao merchandising. Os personagens são pobres e limitados, e a saga vive do triângulo amoroso que inclui uma figura feminina fraca e passiva, um lobisomem que faz lembrar Enrique Iglesias num corpo delineado e suado e Edward com cara de que já não defeca há duas semanas.
A moral da história é não ter moral nenhuma, vivem os personagens na área cinzenta onde não há bem nem mal, e Bella, ora suspirando pelo amor de um ou do outro não se impõe a nenhuma situação, o que não é nada característico de um adolescente normal.
A saga, que nada mais é que uma praga, é a prova de que o requinte não é para o paladar de todos, e conceitos clássicos em mentes suburbanas têm como resultado esta era neo-gótica estranha de vampiros, que me sinto tentada a chamar de vampire- grunge, onde estão todos contentes por se sentirem angustiados e deprimidos numa história escroque
As teenagers americanas estão para os vampiros assim como os extraterrestres estão para o "secretismo" militar estado-unidense... não combina!!!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
X e Y
Na minha esfera social, de gente anormal entenda-se, gente normal escasseia por estas bandas (considero mesmo a hipótese de que isso de gente normal não passe de mito), há como em todas as esferas sociais comportamentos tipificados. E de todos o que me suscita intriga é o relacionamento amoroso.
Nem todos os X estão para o Y na harmoniosa relação que julgam estar. Confuso? Passo a explicar, o X e o Y, antes de mais, não têm género, são como indiferenciados quanto ao seu sexo, nem se aplica particularmente a alguém. Ora quando X e Y se encontram e se dão bem, num mutuo amor de 1ª (2ª ou mesmo 456ª) vista a coisa é consumada sem grande alarido, mas o que desperta em mim especial fascínio, nesta filosofia de sanita (local onde me encontro), é o desfasamento de perspectiva de X e Y da mesma realidade. Traduzido por miúdos, é quando X pensa que namora com Y, e Y pensa que tem sexo ocasional com X... Entenderam?
Avante... Experiências há, em que X diz que namora com Y sem que este tenha conhecimento de tal, para ver se "cola", e quando toma conhecimento, Y tem as possíveis reacções:
Para as restantes hipóteses apesar das posturas diferenciarem um pouco, o resultado é o mesmo, enquanto que o X que ouviu a hipótese 2ª tem que fazer mais umas birras até Y ceder, o X que encara uma resposta tipo a hipótese 3ª tem a vida deveras facilitada dada a passividade de Y. Coitado do Y3 (vamos trata-lo assim) quando der por ela já tem uma família nova com sogros, e tios e sobrinhos de X, um mundo novo chegou a ele, sem ele dar conta.
Com espanto consto que são poucos os Y com coragem para findar a uma situação que não anteveriam. Sem mais rodeios, e porque aqui a ingenuidade cai mal a todos, é claro que o X representa na sua maioria o sexo feminino, por ele ser mais pro-activo nas relações, e também por gostar de se lamentar quando a vida amorosa lhe corre mal.
Pode ser uma executiva de sucesso, que passa férias no Dubai, compra roupa na Sacoor como se roupa da feira fosse, mas se não tem outra "metade da laranja" como "bonzinho" e não "espectacular" como é de facto. ( Para que conste este tipo de gente rica não consta da minha esfera social, anormal sim, rica não)
"Metade da Laranja"? Mas para que serve esta alusão a citrinos? Será por as coisas a dois serem agridoces ? Mas para quê metade quando podemos ter várias partes que nos completem?
Podemos ter:
Então, para o X que o Y fugiu, não procures mais Y, eles hão-de encontrar-te tens de estar atento.
Nem todos os X estão para o Y na harmoniosa relação que julgam estar. Confuso? Passo a explicar, o X e o Y, antes de mais, não têm género, são como indiferenciados quanto ao seu sexo, nem se aplica particularmente a alguém. Ora quando X e Y se encontram e se dão bem, num mutuo amor de 1ª (2ª ou mesmo 456ª) vista a coisa é consumada sem grande alarido, mas o que desperta em mim especial fascínio, nesta filosofia de sanita (local onde me encontro), é o desfasamento de perspectiva de X e Y da mesma realidade. Traduzido por miúdos, é quando X pensa que namora com Y, e Y pensa que tem sexo ocasional com X... Entenderam?
Avante... Experiências há, em que X diz que namora com Y sem que este tenha conhecimento de tal, para ver se "cola", e quando toma conhecimento, Y tem as possíveis reacções:
- Foge (ou tenta fugir, o que nem sempre é facil, depende de muitos factores, localização, grau de simpatia que os amigos de Y já têm por X, é muita pressão quando assim é)
- "Vamos lá com calma"
- "Sim temos qualquer coisa mas namorar!? Pronto por falta de melhor pode ser isso"
Para as restantes hipóteses apesar das posturas diferenciarem um pouco, o resultado é o mesmo, enquanto que o X que ouviu a hipótese 2ª tem que fazer mais umas birras até Y ceder, o X que encara uma resposta tipo a hipótese 3ª tem a vida deveras facilitada dada a passividade de Y. Coitado do Y3 (vamos trata-lo assim) quando der por ela já tem uma família nova com sogros, e tios e sobrinhos de X, um mundo novo chegou a ele, sem ele dar conta.
Com espanto consto que são poucos os Y com coragem para findar a uma situação que não anteveriam. Sem mais rodeios, e porque aqui a ingenuidade cai mal a todos, é claro que o X representa na sua maioria o sexo feminino, por ele ser mais pro-activo nas relações, e também por gostar de se lamentar quando a vida amorosa lhe corre mal.
Pode ser uma executiva de sucesso, que passa férias no Dubai, compra roupa na Sacoor como se roupa da feira fosse, mas se não tem outra "metade da laranja" como "bonzinho" e não "espectacular" como é de facto. ( Para que conste este tipo de gente rica não consta da minha esfera social, anormal sim, rica não)
"Metade da Laranja"? Mas para que serve esta alusão a citrinos? Será por as coisas a dois serem agridoces ? Mas para quê metade quando podemos ter várias partes que nos completem?
Podemos ter:
- um cozinheiro que nos tempere o corpo
- um jardineiro que cultive magia na nossa vida
- um segurança que nos afaste dos nossos medos
- um trolha, não me perguntei para quê, mas deve ser bom ter alguém que perceba de um tudo para nos salvar de vez em quando
Então, para o X que o Y fugiu, não procures mais Y, eles hão-de encontrar-te tens de estar atento.
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